Ao condenar Paulo Preto por peculato no Rodoanel, a juíza Maria Isabel do Prado decretou uma nova prisão preventiva.

Para justificar a medida, apontou “reiteração delitiva em suposta lavagem de capitais e movimentação financeira em contas bancárias no exterior”.

“Os novos fatos revelados surpreenderam este Juízo, visto que, mesmo após a propositura da ação penal, bem como, outras investigações e ações penais, e mesmo durante a vigência das medidas cautelares diversas da prisão, Paulo Vieira de Souza estaria reiterando condutas delitivas, a fim de ocultar valores supostamente ilícitos, como tentativa de se esquivar da aplicação da lei penal”, escreveu.

A nova ordem de prisão se soma a outra, decretada em fevereiro, no âmbito da Lava Jato. Antes, Paulo Preto estava em recolhimento domiciliar, concedida pelo STF.

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